quinta-feira, 8 de março de 2012

DIGA NÃO A POLUIÇÃO DO DRAGÃO DO PAMPA BURGER 2 DA RUA LIMA E SILVA 303 -BAIRRO CIDADE BAIXA PORTO ALEGRE

DIGA NÃO A POLUIÇÃO
            Preservar o meio ambiente é dever de todos para garantir qualidade de vida, por isso devemos travar uma guerra contra a poluição, e se não tomarmos consciência disso o fim da humanidade está mais próximo que possamos imaginar.
            O capitalismo selvagem ávido por lucros fartos não assume a responsabilidade pelos danos que causa a natureza, e cada vez mais se avoluma os estragos ao meio ambiente com a produção de milhares de toneladas de lixo e gases tóxicos que vem provocando efeito estufa, aquecendo a terra. Até aqui nenhuma novidade isso é assunto repisado de domínio público, mas é dever de todos exigir que esse quando mude para melhor.
            O mundo inteiro manifestou profunda preocupação com a poluição, produção de lixo e gases, eis que então resolveram firmar o Protocolo de Quioto, que é consequência de uma série de eventos iniciada em Toronto  no Canadá (outubro de 1988), em seguida pelo IPCC's na Suécia (agosto de 1990) e que culminou com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática  na ECO-92 no Rio de JaneiroBrasil (junho de 1992).
Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogênicas do aquecimento global.
Discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, foi aberto para assinaturas em 11 de Dezembro de 1997 e ratificado em 15 de março de 1999. Sendo que para este entrar em vigor precisou que 55 países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em novembro de 2004.
Por ele se propõe um calendário pelo qual os países-membros (principalmente os desenvolvidos) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012, também chamado de primeiro período de compromisso (para muitos países, como os membros da UE, isso corresponde a 15% abaixo das emissões esperadas para 2008).
As metas de redução não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases. Países em franco desenvolvimento (como Brasil, México, Argentina e Índia) não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.
A redução dessas emissões deverá acontecer em várias atividades econômicas. O protocolo estimula os países signatários a cooperarem entre si, através de algumas ações básicas:
  • Reformar os setores de energia e transportes;
  • Promover o uso de fontes energéticas renováveis;
  • Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados aos fins da Convenção;
  • Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos;
  • Proteger florestas e outros sumidouros de carbono.
Se o Protocolo de Quioto for implementado com sucesso, estima-se que a temperatura global reduza entre 1,4°C e 5,8 °C até 2100, entretanto, isto dependerá muito das negociações pós período 2008/2012, pois há comunidades científicas que afirmam categoricamente que a meta de redução de 5% em relação aos níveis de 1990 é insuficiente para a mitigação do aquecimento global.
A preocupação com a preservação do meio ambiente é de todas as soberanias, está colocada de forma cristalina, mais clara que a luz do sol, tanto é que no Brasil a campanha de conscientização assumiu considerável dimensão por meio da governança corporativa, em que as empresas que não poluem o meio ambiente tem valor agregado em seus ativos.
É importante não perder a noção de valores de que a produção de bens de capital venha sobrepor o bem estar e qualidade de vida do cidadão, isto não pode acontecer. Nesse contexto é certo afirmar que o meio  ambiente está em primeiro plano e de forma alguma pode  ser afetado, não existe justificativa suficiente para garantir a permanência de uma atividade econômica  empresarial nociva a saúde humana.
Então centramos as nossas atenções para o que vem acontecendo na cidade de Porto Alegre RS com uma indústria de produtos alimentícios nominada de Pampa Burger que se acha no direito de poluir o meio ambiente com gases, cinzas, fumaça, calor etc e mais, está localizada num bairro residencial prejudicando de forma direta a saúde das pessoas, impossível de conviver com essa desgraça, o local tornou-se insuportável em razão de tamanha agressão.
Por fim, suplicamos as autoridades constituídas que tem por dever legal, institucional e profissional de zelar pelo meio ambiente que tomem, o mais urgente possível, as medidas cabíveis que o caso requer.
Atenciosamente,
Dr. Ivo Fontana Cardoso
Bauru - SP.

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